quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

enjoy the ride



... ,


um grande passo foi dado... vc redecobriu q a força de q vc precisava está dentro de vc mesmo. Na verdade os amigos podem nos apoiar ou refrescar nossa memória, mas está td dentro de nós mesmos!

Tbm acredito q a felicidade não está lá naquele lugar longínquo e inalcançável onde sempre a colocamos... como a cenoura pendurada na frente do burrinho...

Deve ser pq o ser humano precisa de desafios para sair da inércia, mas ao mesmo tempo que o joga para o desconhecido, tbm pode fazer com q ele coloque a responsabilidade de sua felicidade em cima do externo, do outro, de uma certa situação q se quer alcançar...

Vc pode desejar ser rico, mas se um dia ganhar na megasena vai desejar de repente ter um amor, e isso não se compra, então terá outra busca e assim sucessivamente...

Portanto, ela tá aqui dentro da gente, bem pertinho...E qd vc se esquecer de onde pode encontrá-la, releia seu blog, pq a escrita é terapêutica, mas tbm pode ser um apoio para nossa memória meio fraquinha...rs Pode ser assim, cura e rendenção!

Não tem jeito, as pedras no caminho surgirão e é isso que torna nossa caminhada mais e mais divertida e viva... realmente, a sacada não é o destino e sim esse caminho que trilhamos...

Então, amigo,


ENJOY THE RIDE!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Crônica do Amor - por Martha Medeiros

Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.
Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.
Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem noódio vocês combinam. Então?
Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.
Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem amenor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.
Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você amaeste cara?
Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.
É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucurapor computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.
Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.
Não funciona assim.
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!
Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.


segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

percalços...

Da Globo ao Pornô...

E pensar que assim como Leila Lopez tantas e tantas mulheres caem nessa armadilha chamada vaidade... Ilusório pensar que se pode manter a beleza e frescor de quando se tem vinte e poucos anos. Ilusório também pensar que dinheiro, beleza, fama e status preenchem o vazio que nasce conosco e que acorrenta a humanidade desde sei lá quando... Dos grandes pensadores aos filósofos de boteco, não há quem consiga achar a fórmula mágica que nos livre da necessidade de seremos amados.

E é isso. Apesar dos vulneráveis elos que hoje conectam nossas relações pessoais, ainda caminhamos juntos na direção de um mesmo objetivo, mesmo que camuflado, mesmo que negado, mesmo que sofrido. Você poder temer e evitar com todas as suas forças, mas dentro de você (a não ser que se esteja morto) existe algo gritando e implorando para se apaixonar. E não me refiro apenas às paixões mundanas ou nem tanto... não pense apenas no lugar-comum...

Foi a necessidade de ser amada que tornou a tal atriz escrava da academia, das dietas, das plásticas e também dos holofotes. Também o medo do implacável tempo, de ver seu corpo envelhecer vazio, pois já não deveria existir mais nenhuma identidade dentro daquele invólucro escravizado que lutava para não mudar. E talvez já não sobrasse mais nada para preencher a vida da pobre mulher a não ser as frustrações de uma beleza que definha, as promessas de um futuro que não mais brilharia e o fardo de ter que manter uma certa imagem fantasiosa de que tudo sempre está bem no país dos belos e famosos...

Não quero entrar aqui no debate sobre suicídio ou sobre a indústria pornográfica (ou os dois juntos. veja http://blogs.r7.com/andre-forastieri/2009/12/05/leila-lopes-e-os-poucos-astros-porno-que-se-suicidaram/?cp=2) ou até mesmo das estrelas decadentes do meio artístico (ou nem tão artístico assim).

O fato é que tudo isso em conjunto forma o buraco em que estamos prestes a nos meter. Caminhamos para cada vez esvaziarmos ainda mais nossas vidas sem sentido. Afastamos freneticamente qualquer atitude no sentido de aceitar as mazelas da vida, porque nos tornamos cada vez mais hedonistas e egoístas. E nos esquecemos que o caminho do amadurecimento pode incluir umas belas pedras no caminho, muita poeira para engolir e talvez mudanças drásticas no plano de viagem.

Mas que seja divertido e prazeroso, apesar dos percalços... e assim espero... amém!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Je m'appelle Réalitè...

... e um dia você acorda e se dá conta de que tudo o que você sonhou e desejou pode não passar de fantasia...
... se dá conta também de que é muito trabalhoso buscar o seu "eu" verdadeiro...
... de que viver e sobreviver são coisas distintas e que podem ser excludentes...
... e percebe que o tempo não pára para você descobrir o que veio fazer nesse mundo.
Se você tem vertigem de quedas e abismos, pode nunca viver com emoção. Ou se é um espírito selvagem pode esquecer-se de que a vida não é só feita de frio na barriga e arrepios na espinha.
Fico pensando quais as angústias das pessoas em um tempo em que as relações eram sólidas e duradouras, em que a palavra e o caráter de um homem valia ouro.
Hoje somos humanos fragilizados pelo materialismo consumista, que nos transforma em objeto descartável, sem maturidade de sua própria existência.
Concordo com Bauman quando diz que a modernidade é líquida. Ela é mutante, inconstante, transitória...
Sim, nossos relacionamentos também o são...
Somos feitos hoje de vínculos líquidos. Frágeis laços humanos que podem ser desfeitos a qualquer segundo, por qualquer razão.
O mundo corre e sentimos a opressão de tentar seguir esse ritmo maluco que nos é imposto. Se você parar para apreciar a paisagem talvez perca sua posição na corrida frenética da vida, talvez seja atropelado.
E nesse malabarismo é que me pergunto como posso definir esta fluidez e inconstância de minha própria identidade.
Tenho uma amiga que sempre me diz que eu sou "muita realidade" para uma pessoa aguentar... Tirando o lado da brincadeira, eu sei como às vezes sou cruel e pessimista. Mas é algo que não consigo modificar.
Uma vez aberta a Caixa de Pandora, there´s no turning back...

sábado, 26 de setembro de 2009

Homesick



The Oxford English Dictionary describes homesickness as a feeling one has when missing home. Feelings of longing are often accompanied by anxiety and depression.



But wait a minute... WHERE`S HOME??




Do you think we would be happier there?


I´m not sure about anything, but I´m sure there´s no more space for me here... I don´t fit here anymore!



And so, what´s wrong with all of us?


We´ve changed, but what we left behind is the same. After discovering the world, living inside the cave seems not enough now. I keep looking and trying to be the best that I can be. And here I feel like a bird with broken wings. Do you feel the same?


Over there,

where I´ve learnt to live the world,

I don´t need to pretend something I´m not.

I can be exactly who I am.


And here,

I just keep on going... Not even knowing who I am.

domingo, 13 de setembro de 2009

Killing the girl

Insônia.
Novamente. E desta vez sem café. Já amanheceu.
Fiquei perdida entre um documentário do Michael Moore (http://www.youtube.com/watch?v=2Zf2nCiBJLo), a história das trigêmeas surdo-cegas ("As Irmãs Hooker", Discovery Home & Health), a chamada com a jornalista Priscila Siqueira (veja http://www.adital.com.br/novo/noticia2.asp?lang=PT&cod=16125) que luta contra o tráfico de pessoas e minha recém chegada apostila preparatória para um concurso público.
E percebi várias coisas:

Minha revolta é inútil, pois se assemelha à minha decisão de tornar-me vegetariana. Durou algumas semanas e os outros 10 anos foram de abstinência à carne vermelha, o que não é realmente uma total defesa do conceito. Aliás, eu me escondia na besta idéia de que peixes e aves não sofriam durante a morte. Portanto, poderiam ser comidos. Me lembro de tirar pacientemente as fatias de presunto de dentro das lasanhas... e desperdiçar o defunto já assassinado (Bom, ainda sou totalmente contra o fois grais, a carne de baleia e a vitela... mesmo sabendo que é boooom...).

Me vem à memória o dia em que estive em Madri e vi os manifestantes em frente ao Mac Donalds (o que me fez perder a vontade de comer um Big Mac). Porém como adorei os helados com Kit Kat! Também me faz pensar em como sou ingênua. Se há comércio, há mercado e se há mercado é porque nós consumimos e não podemos tirar o corpo fora: a culpa é nossa! Sim, o mundo nunca vai parar de matar animais, primeiro porque adoramos sua carne, segundo porque a indústria de carnes não vai sumir do dia para a noite.

É o que acontece com a indústria dos cosméticos, das cirurgias plásticas, da moda, do caralho a quatro... Nunca vai desaparecer e não adianta lutar contra, sofrer, resmungar, dar chiliques...Eu faço parte sim disso tudo: eu como casquinhas com kit kat e fico feliz, eu compro renew com medo das rugas, eu vou todos os dias malhar com medo de ficar gorda, provavelmente meu perfume francês foi testado em animais e adoro carne de coelho, de rã, de faisão, um jamón serrano bom, um assado de cordeiro apetitoso e assim vai...

Eu sou a dualidade em pessoa. Estudei o belo, como fazê-lo, como compreendê-lo, como vivenciá-lo e multiplicá-lo. É para isso que serve o Design. E eu sou ou fui uma designer. Além disso adoro moda, adoro cores, combinações, desenhos, arte, adoro paisagismo, adoro harmonia ou mesmo o desarmonioso despretensiosamente bem colocado. Eu combino sapatos com o esmalte das unhas. Eu pinto meus cabelos sempre e gosto de mudar as cores e o corte. Eu adoro o belo. E o odeio ao mesmo tempo.

Odeio o belo porque me fere como ser humano. Odeio a futilidade que reside em mim. Odeio pensar que já tive ideais e os matei pouco a pouco. Como poderia uma enfermeira da Cruz Vermelha usar sapatos de salto agulha pink para combinar com seu echarpe pink, junto ao seu pretinho nada básico de corte assimétrico? Um dia também planejei ser educadora e viver no nordeste do país com pouco a receber e muito a dar.

E hoje planejo conquistar um cargo público para me sentir segura e comprar uma casa. Talvez depois planejar filhos, assim como se planeja uma viagem de férias e mais à frente planejar a educação deles, contando para que não nasçam tão perdidos ou idealistas como eu ainda sou.

E tudo isso só me leva a uma conclusão: a de que matei alguém dentro de mim. E esse outro alguém que tomou conta do meu corpo se preocupa com questões pouco importantes para ele mesmo. Esse alguém é invejoso da leveza de ser ignorante e ingênuo, é cruel, impiedoso, sarcástico, impaciente e arrogante!

Sim, extremamente arrogante, diante da própria pequenez olha o outro de cima, com olhar espremido e esgueirado pensando que sabe a verdade do mundo e é mais consciente. Quando na verdade não sabe nem a verdade sobre si mesmo.

E vaga solitário e esquecido nesse mar de incertezas, esperando por um sinal que nunca chega...

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Mulheres possíveis

A mulher da página 194 da revista Glamour,
edição de setembro, matéria sobre autoimagem.

Depois de um feriado meio estressante, em meio a conflitos internos, mágoas e raiva contra o inevitável, me deparei com a reportagem "Barriga sim, e daí?" da revista Época de 31 de agosto de 2009. E de repente, boooom! Algumas coisas vem realmente a calhar...
Se você tiver interesse em ler o artigo, pode me pedir a revista emprestada ou acessar o site: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI90336-15228,00-BARRIGA+SIM+E+DAI.html

Here's the deal: The picture wasn't of a celebrity. It wasn't of a supermodel.
It was of a woman sitting in her underwear with a smile on her face and a belly that looks...wait for it...normal.

O que isso quer dizer? Por que foi tão impactante e teve tanta repercussão?
Será q estamos entrando em um momento de realmente repensar o padrão de beleza imposto? Um padrão totalmente irreal e absurdo que nos leva a uma eterna busca pelo inalcançável e conseqüentemente a uma eterna frustração...
No momento em que todas as pessoas em exposição são magras, saradas, loiras, de nariz fino, olhos claros e pele reluzente, temos a impressão de que se não somos assim algo há de errado em nós mesmos. E daí a busca frenética em se adequar ao que todos achamos que seja o belo. Mas o belo já mudou tanto durante a história da humanidade...
Por que continuamos a nos torturar por não termos os peitos siliconados das atrizes americanas, a barriga lipoaspirada da vizinha, ou a bunda perfeitamente enxertada da garota do momento se sabemos que é tudo uma construção, algo irreal?
Assim como não é real todas aquelas fotos de revistas de moda, de beleza e etc... Quanto photoshop, maquiagem, luzes, truques foram usados para nos tapear? E quanto disso tudo é real? Lembrem-se daquela campanha fabulosa da Dove pela real beleza http://www.youtube.com/watch?v=2DiHXFaCHWk. Engraçado como o mesmo meio que nos engana, pode nos abrir os olhos...
Isso é parte de outra problemática na minha vida. Cansei da publicidade. Não posso mais me enganar e sentir que engano os outros e também não posso mais fazer de conta que não é comigo... Publicidade é criar necessidades antes inexistentes, é vender ideais construídos por alguém que quer vender algo, é enganar, é fakear, é correr em busca de dinheiro sem se importar em como fazê-lo... Mas isso fica para um próximo post.
Aqui o debate é a busca por uma perfeição que não é real. Pessoas sofrendo em busca dessa perfeição. A tristeza de saber que pessoas morrem em busca dela. De saber que adolescentes sofrem diariamente de bulimia e anorexia ao invés de estarem se descobrindo como pessoas e aproveitando uma fase tão única da vida. Outras se submetem a cirurgias arriscadas para se transformarem no que os outros desejam que sejam.
Não vou dizer que é fácil não ser influenciada por um bombardeio de imagens e apelos pelo ideal moderno de corpo e perfeição. Claro que é difícil e eu vivo nesse mundo! Não há como não ser afetada, mas o fato é que eu tento lutar contra a parte de mim que quer ser como a modelo da revista de moda. Porque aquilo é dizer adeus à Denise que pensa e tem sua individualidade, suas fúrias e desejos, suas frustrações e medos. É apagar a minha exclusividade como ser humano único.
Não é maravilhoso como nós, que somos tantos, podemos ser diferentes uns dos outros (tirando os gêmeos univitelinos)? É incrível e fantástico como a natureza consegue diversificar tanto... E agora estamos fazendo o caminho inverso. Estamos nos tornando um bando de barbies siliconadas, plastificadas e lipoaspiradas. Todas e todos iguais uns aos outros. Tudo porque o diferente é feio!
E não adianta boiar na superfície e aparecer com o clichê de que temos que fazer o que nos faz sentir bem, portanto "se te cortar em mil pedaços, reconstruir e fazer sofrer seu pobre corpo vai te fazer feliz, então faça! Se for morrer de fome e anemia, faça! Se for arriscar perder os movimentos faciais, faça!" Isso é pura babaquice e superficialidade... É querer arranjar desculpa para se deixar cair na marcha das formiguinhas... E não te culparia por querer marchar junto, desde que seja uma escolha feita por opção pensada. Talvez um dia eu mude de idéia e queira me deixar levar por tudo isso porque é mais fácil mesmo. Mas não negue para si mesma a necessidade que te levou a isso. Não se esconda atrás de uma apologia a liberdade de expressão. Primeiro porque liberdade se tem quando não somos manipulados e sim, a mídia nos manipula e todos os valores são construídos pela sociedade em que nos encontramos. Portanto, não há como achar que você vai ser mais feliz com o botox só porque é a única coisa que falta para te fazer completa, porque daqui a um tempo sentirá a necessidade de colocar aquele silicone nos seios, afinal Deus não foi generoso com você... A frustração será eterna! Sabe por quê? Porque o ideal que temos de beleza é irreal e inalcançável e você, cara mortal, não pode alcançá-la sem ter que se anular primeiro.
Eu quero um mundo onde se valorize outro tipo de beleza, onde essa beleza seja possível, onde possamos ser mais felizes e satisfeitas consigo mesmas...
Auto-estima é tudo e se continuarmos a matar a mulher linda que vive dentro da gente, não sobrará mais nada para oferecer, somente a carcaça construída de algo que já foi esteticamente perfeito...
Ou você acha que sua pele vai aguentar tanto silicone aos 70 e tantos anos de idade?